SÃO PAULO - O presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), confirmou nesta terça-feira que existe uma reivindicação para que o reajuste dos deputados chegue até o valor do salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que atualmente é de R$ 24,5 mil. O salário atual é de R$ 12.847,20 mil.
Os integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também pressionam para que o salário de R$ 23,2 mil chegue a R$ 28,8 mil. Para tanto, os 15 membros do CNJ enviaram à Câmara projeto de lei que prevê pagamento de gratificação por seu comparecimento às sessões de julgamento.
Se aprovada, essa espécie de jetom significará um aumento de vencimentos de cerca de 24%, segundo publicou o Estado nesta terça-feira, o que levaria os membros do conselho a terem salários superiores ao teto do funcionalismo.
No caso da presidente do CNJ, Ellen Gracie, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), o aumento seria maior - de R$ 24,5 mil para R$ 30,3 mil. O teto do serviço público é de R$ 24,5 mil, valor equivalente ao vencimento dos ministros do STF.
Promotores e procuradores também querem aumento salarial, de acordo com o Estado. Está em discussão no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) uma proposta para aumentar o teto da classe de R$ 22,1 mil para R$ 24,5 mil. O CNJ e o CNMP foram criados como organismos de controle setorial pela emenda constitucional da reforma do Judiciário.
O CNJ justifica o pagamento da gratificação alegando que a atuação de seus integrantes “implica um acréscimo em suas atribuições normais em relação ao cargo de origem”. Também argumenta que o impacto orçamentário está de acordo com a margem de crescimento permitida aos gastos com pessoal e encargos sociais do Poder Judiciário.
Aldo Rebelo procurou explicar no debate pela internet de que participou nesta terça-feira o salário dos parlamentares. "O salário bruto dos deputados é de cerca de R$ 12 mil, e o líquido, R$ 9 mil. As demais verbas, como combustível, passagens e habitação só podem ser usadas com essas finalidades - e não transformadas em salário direto."
"Os deputados têm direito a contratar funcionários para os seus gabinetes, auxílio-moradia, passagens aéreas e verbas para correspondência - como acontece nas câmaras municipais, assembléias legislativas e parlamentos de todo o mundo", afirmou o presidente da Câmara.
Os integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também pressionam para que o salário de R$ 23,2 mil chegue a R$ 28,8 mil. Para tanto, os 15 membros do CNJ enviaram à Câmara projeto de lei que prevê pagamento de gratificação por seu comparecimento às sessões de julgamento.
Se aprovada, essa espécie de jetom significará um aumento de vencimentos de cerca de 24%, segundo publicou o Estado nesta terça-feira, o que levaria os membros do conselho a terem salários superiores ao teto do funcionalismo.
No caso da presidente do CNJ, Ellen Gracie, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), o aumento seria maior - de R$ 24,5 mil para R$ 30,3 mil. O teto do serviço público é de R$ 24,5 mil, valor equivalente ao vencimento dos ministros do STF.
Promotores e procuradores também querem aumento salarial, de acordo com o Estado. Está em discussão no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) uma proposta para aumentar o teto da classe de R$ 22,1 mil para R$ 24,5 mil. O CNJ e o CNMP foram criados como organismos de controle setorial pela emenda constitucional da reforma do Judiciário.
O CNJ justifica o pagamento da gratificação alegando que a atuação de seus integrantes “implica um acréscimo em suas atribuições normais em relação ao cargo de origem”. Também argumenta que o impacto orçamentário está de acordo com a margem de crescimento permitida aos gastos com pessoal e encargos sociais do Poder Judiciário.
Aldo Rebelo procurou explicar no debate pela internet de que participou nesta terça-feira o salário dos parlamentares. "O salário bruto dos deputados é de cerca de R$ 12 mil, e o líquido, R$ 9 mil. As demais verbas, como combustível, passagens e habitação só podem ser usadas com essas finalidades - e não transformadas em salário direto."
"Os deputados têm direito a contratar funcionários para os seus gabinetes, auxílio-moradia, passagens aéreas e verbas para correspondência - como acontece nas câmaras municipais, assembléias legislativas e parlamentos de todo o mundo", afirmou o presidente da Câmara.
Fonte: Estadão Online
Pronto.
Era só o que faltava.
Enquanto isso, eu trabalho, com afinco, comprometimento, responsabilidade e porque não dizer paixão, num órgão que representa, financeiramente, o piso do funcionalismo público federal!
Num órgão que para outros países do mundo (aqueles realmente civilizados e desenvolvidos) representa praticamente a identidade do cidadão (por exemplo, o documento de identificação pessoal mais importante nos EUA é o cartão do Seguro Social).
E enquanto isso lá em Brasília... Nada de plano de carreiras aprovado para os servidores do INSS, nada de recomposição salarial (uma vez que o salário dos servidores foi DESTRUÍDO com a Era Collor)...
Confesso que nestas horas eu penso, repenso, e não entendo que droga de Justiça é essa que o Brasil finge que possui. Entendo menos ainda o que eu tinha na cabeça quando cursei Direito. E continuo sem saber se quero saber de verdade onde tudo isso vai parar...
Vota, Brasil, vota...
P.s.: Primeiro (e provavelmente único) post desse tipo que escrevo. É que o impacto foi profundamente revoltante.

3 comentários:
Não fica revoltada não Ju, meu pai já disse que já ficou tão revoltado quanto você e só ganhou mais cabelos brancos :/
Mas vamos falar de coisas boas: Vamos nos encontar no jantar né?!?!?
Beijo, Beijo, Beijo
Mell
vc fez bem em cursar Direito, mas... Direito tributário é o que dá mais hoje em dia... pena!:(
Cara, num sei onde esse povo aprendeu a não valorizar quem trabalha de verdade. Vai entender.
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